segunda-feira, janeiro 03, 2011

Dia Mundial da Água 2011

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Esta é a primeira vez na história da humanidade que a maioria da população mundial vive em cidades: 3,3 bilhões de pessoas. E a paisagem urbana continua a crescer. 38% do crescimento é representado pela expansão das favelas, enquanto a população das cidades aumentam mais rápido do que infra-estrutura pode se adaptar.

O objetivo do Dia Mundial da Água 2011 é chamar a atenção do mundo para o impacto do rápido crescimento urbano, industrialização e as incertezas provocadas pelas mudanças climáticas, os conflitos e as catástrofes naturais em sistemas urbanos de água.

O tema deste ano é água para as cidades: responder ao desafio urbano, incentivar os governos, organizações, comunidades e indivíduos a participarem ativamente na resolução do desafio da gestão das águas urbanas.

O Dia Mundial da Água é realizado anualmente em 22 de Março, como forma de concentrar a atenção sobre a importância da água doce e defender o manejo sustentável desta. A cada ano, no Dia Mundial da Água, é destacado um aspecto específico da água doce.

Leia mais (em inglês): http://www.unwater.org/worldwaterday/campaign.html

quarta-feira, dezembro 29, 2010

Campanha da fraternidade 2011

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A Campanha da Fraternidade de 2011 traz como tema a "Fraternidade e a vida no planeta" e focará a questão ecológica, sobretudo nos problemas que se referem às mudanças climáticas. A campanha se colocará "em sintonia com uma cultura que está se expandindo cada vez mais em todo o mundo, de respeito ao meio ambiente e do lugar em que Deus nos coloca não só para vivermos e convivermos, mas também para fazer deste o paraíso com o qual tanto sonhamos", declarou o secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Dimas Lara Barbosa.

Segundo o Texto-Base da campanha realizado pela CNBB, a campanha tem como objetivo "contribuir para a conscientização das comunidades cristãs e pessoas de boa vontade sobre a gravidade do aquecimento global e das mudanças climáticas, e motivá-las a participar dos debates e ações que visam enfrentar o problema e preservar as condições de vida no planeta". O cartaz da campanha ilustra uma fábrica poluindo e degradando o meio ambiente e as águas turvas de uma rio, sofrendo com a poluição e dejetos, e em outro plano, ciprestes crescendo no muro, com o arbusto e a borboleta, formando um microecossistema, que se forma em meio aos maus tratos. A vida mesmo frágil, resiste. É uma referência ao lema da campanha: “A criação geme em dores de parto” (Rm 8,22).
A CF 2011 terá início do dia 09 de março, Quarta-feira de Cinzas, e se estenderá, como de costume, por todo o período da Quaresma.

Leia mais: http://www.cnbb.org.br/site/campanhas/fraternidade

segunda-feira, dezembro 27, 2010

5 países que mais investem em energia renovável no mundo

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O ser humano não vive mais sem energia, porém, isso não significa que para utilizá-la ou fabricá-la seja necessário poluir. Energias limpas são alternativas sustentáveis que podem suprir e movimentar a economia.

De acordo com o Instituto para Diversificação da Energia (IDEA), em 2020, cerca de 42,3% do total da geração de eletricidade virá de fontes renováveis. Leia, abaixo, a lista dos cinco países que mais investem em energias alternativas do mundo:

Espanha

O país se tornou o maior produtor mundial de energia solar térmica em meados de 2010, com 432 MW instalados. Ele é o segundo na Europa com maior capacidade de geração energética com placas fotovoltaicas, podendo produzir mais de 3.400 MW.
A Espanha também dá largos passos na produção de energia eólica. Atualmente, possui projetos que produzem 727 MW e a capacidade instalada de geração eólica ultrapassa os 19.000 MW.

Portugal

A capacidade instalada de geração de energia limpa no país cresceu mais de três vezes de 2004 a 2009 com o Pelamis Wave Power, primeiro parque de geração energética a partir das ondas do mar – de 1,220 MW para 4,307MW.
As fontes renováveis são responsáveis por 17% de toda a energia produzida em Portugal. Desse percentual, 56,6% provém das hidroelétricas, 33% das eólicas, 7,5% da biomassa e o restante da a produção fotovoltaica, biogás e resíduos sólidos urbanos.

China

A China possui a maior quantidade de turbinas eólicas em operação do mundo (50%) e o responsável por isso foram os altos investimentos para projetos internos. No primeiro semestre de 2010, Pequim chegou a investir 10 bilhões de dólares no setor; a metade do que o resto do mundo junto investiu (20,5 bilhões de dólares).
A previsão é que o país chegue a produzir mais 375 GW em 2020, com o investimento acumulado de 620 bilhões de dólares.

Índia

O governo indiano lançou no início de 2010 um plano de 19 bilhões de dólares para gerar 20.000 MW de energia solar até 2022. Para que a chamada Missão Solar Nacional funcionasse, a Índia criou um sistema que obriga às empresas distribuidoras de energia a comprar uma quantidade determinada de energias renováveis, o Renewable Purchase Obligation (POR).

Alemanha

A energia renovável na Alemanha representa 16% da produção total. O governo alemão pretende que esse percentual chegue a 80% em 2050, e os incentivos fiscais para alcançar essa meta não são poucos. Nos próximos anos o país deve receber um investimento de cerca de 6,62 bilhões de dólares, que deverão servir para projetos de parques eólicos off-shore (fora da costa). Além disso, outros 1 bilhão de dólares devem sair do bolso da Vattenfal, produtora de aerogeradores, para construir uma fazenda com capacidade instalada de 288 MW, em 2012.

Leia mais: Eco4Planet

quinta-feira, dezembro 23, 2010

Revitalização do Jardim de Baixo

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Nesta última sexta-feira, dia 17/12, a SEMEIA deu continuidade às atividades de revitalização da Praça da República, popularmente conhecida como Jardim de Baixo. A equipe da SEMEIA realizou a limpeza dos canteiros e fez o plantio de novas mudas.


Ao longo desta semana, os trabalhos continuaram, com a lavagem e pintura dos bancos.



quarta-feira, dezembro 22, 2010

O novo Código Florestal

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O debate sobre o novo Código Florestal tem colocado em lados opostos ruralistas e ambientalistas, como se o desenvolvimento humano fosse incompatível com a preservação da natureza. Sem agricultura as pessoas morrem de fome. Sem cuidados ambientais, quem fica no prejuízo são os produtores rurais com a perda de fertilidade do solo, aumento de pragas, erosão, assoreamento de mananciais. Por trás do debate sobre o Código Florestal está muito mais que uma mera tentativa de proteger florestas. Trata-se de definir nossos limites, até onde estamos dispostos a ir para obter lucros e qualidade de vida, até onde vão nossos direitos e onde começam os direitos da Natureza.

O principal argumento para a mudança no código é o favorecimento aos pequenos produtores, que teriam mais áreas para cultivo, criando a imagem de que o pequeno agricultor está ou estaria sendo privado de produzir se atendesse a necessidade de proteção dos rios presentes em sua propriedade. No entanto, se fosse o pequeno produtor o foco verdadeiro dessa preocupação, a lei indicaria que apenas nessas pequenas propriedades a redução da APPs aconteceria. Mas, no novo projeto de lei, a redução da das APPs valerá para todas as propriedades. Sem acordo e marcado por disputas entre ambientalistas e ruralistas, o texto do novo Código Florestal Brasileiro deverá ser votado na Câmara dos Deputados apenas em 2011. Até lá, valem as regras do Código aprovado em 1965.

Algumas das principais mudanças propostas pelo novo código:

- Redução de até 50% das APPs;
- Permite que as APPs e Reservas Legais possam ter suas áreas sobrepostas;
- Libera o reflorestamento de reservas legais com espécies exóticas;
- Elimina a proteção das restingas;
- Elimina a proteção das florestas dos topos de morros, montanhas e serras;
- Suprime a proteção de parte das várzeas;
- Retira a proteção de lagos e açudes com área inferior a um hectare;
- Prorroga mais 30 anos para que o proprietário estabeleça a sua Reserva Legal;
- Cria a obrigatoriedade de que a sociedade, através do governo, remunere os agricultores pela manutenção de cada hectare dessas florestas;
- Foi eliminado o artigo que definia como crime ambiental destruir ou danificar as florestas consideradas de preservação permanente, cortar árvores em florestas de preservação permanente, causar danos aos Parques Nacionais, Estaduais ou Municipais, bem como as Reservas Biológicas;

Leia mais: Folha Uol


segunda-feira, dezembro 20, 2010

2011: Ano Internacional das Florestas

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As florestas cobrem 31% de toda a área terrestre do planeta e têm responsabilidade direta na garantia da sobrevivência de 1,6 bilhões de pessoas e de 80% da biodiversidade terrestre. Pela importância que têm para o planeta, elas merecem ser mais preservadas e valorizadas e, por isso, a ONU declarou que 2011 será o Ano Internacional das Florestas.

A Assembléia Geral da ONU – Organização das Nações Unidas, adotou a Resolução A / RES / 61/ 93 em 20 de dezembro, declarando o ano de 2011 como o Ano Internacional das Florestas. Atividades em apoio ao ano internacional terão como foco, a promoção do manejo sustentável, a conservação e desenvolvimento das florestas em todo o mundo e a conscientização do papel decisivo que as florestas desempenham no desenvolvimento global sustentável. O Ano Internacional das Florestas auxiliará a mobilização da comunidade mundial a se juntar e trabalhar com governo, organizações internacionais e grupos para assegurar que as florestas sejam manejadas de modo sustentável para as gerações atual e futuras. A Secretaria do UNFF - Fórum de Florestas das Nações Unidas, será o ponto focal para a implementação do Ano Internacional das Florestas.

Leia mais em: Planeta Sustentável

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