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quinta-feira, julho 07, 2011

Sucesso do Projeto Jahu Recicla

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A SEMEIA agradece os moradores dos 47 bairros contemplados pelo serviço de coleta seletiva, pois mostraram que estão mudando seus hábitos, aderindo ao projeto de coleta seletiva e contribuindo para a garantia da integridade do meio ambiente. A quantidade de lixo coletada nesses bairros está sendo alta, o que mostra que os cidadãos estão colaborando com o projeto e realizando a separação dos materiais recicláveis. Por intermédio de verba da FECOP (Fundo Estadual de Prevenção e Controle da Poluição), da Secretaria de Meio Ambiente do Estado, a SEMEIA pode adquirir um novo caminhão para a coleta dos resíduos recicláveis, que chegou até nós na data de 23/05/2011. O motorista deste caminhão recebeu treinamento e deu-se início à recolha dos materiais no dia 27/06.





Lembrando que este projeto é de extrema importância para o município, pois contempla o tripé da sustentabilidade (sociedade, economia e meio ambiente), e está sendo desenvolvido e embasado no nível de educação ambiental dos moradores. O Jahu Recicla também é devidamente monitorado por meio de pesquisas de satisfação, onde é realizada a panfletagem porta a porta e palestras. Confira o panfleto que foi entregue de casa em casa nos bairros contemplados pela coleta seletiva:




terça-feira, julho 05, 2011

Geoengenharia projeta soluções arriscadas para clima

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Fracassos nas negociações do acordo de redução das emissões de gases estufa nas duas últimas Conferências das Partes – COP 15 e 16 – levaram ao desenvolvimento de uma série de estudos financiados pela iniciativa privada sobre os impactos da aplicação de técnicas de geoengenharia.

Uma das formas pensadas para a injeção de aerossóis na estratosfera, o que ajudaria a refletir a radiação solar. "A proposta dessas técnicas é evitar um aquecimento de 5 a 6 graus centígrados na temperatura média global, que destruiria a maior parte dos ecossistemas terrestres e teria implicações refletidas nos próximos 10 mil anos", explica Paulo Artaxo, membro do IPCC – Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas – órgão estabelecido pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente para fornecer informações científicas e técnicas relevantes para entender as mudanças climáticas globais.

A ideia da geoengenharia é neutralizar o aquecimento global através de mecanismos artificiais de controle da incidência de radiação solar sobre a superfície terrestre e de sequestro do CO2 atmosférico, retido por plantas, terrestres e aquáticas, e em formações geológicas profundas. Porém cada um dos mecanismos possui pontos fracos bastante relevantes: bloquear a luz solar seria eficiente para resfriar o planeta, mas não resolveria os problemas colaterais da alta concentração de gases estufa na atmosfera, como a acidificação dos oceanos. Já a retenção do carbono esbarra na inviabilidade econômica, no caso dos reservatórios geológicos, e no atentado à biodiversidade provocado por algumas das técnicas propostas, como a fertilização dos oceanos.

Os impactos são extensos, atuando principalmente sobre o ciclo hidrológico, no balanço de radiação e no índice de absorção de carbono pelas grandes florestas. No entanto, a ciência ainda não é capaz de prever com exatidão o tamanho dos efeitos da aplicação dessas técnicas. O sistema climático global é composto por um quadro muito grande de fatores conectados entre si e, segundo Artaxo, a ciência conhece muito pouco de cada um desses processos para poder compreender o clima global como um todo. Justamente por essa interdependência de fatores, as técnicas de geoengenharia podem provocar uma série de eventos catastróficos à natureza. “Cada uma dessas estratégias tem efeitos colaterais extremamente graves e importantes. Em algumas, o remédio é mais perigoso que a própria doença", explica o pesquisador.

EcoReportagens

quinta-feira, fevereiro 17, 2011

Desperdício de comida gera energia para transporte

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E se os resíduos alimentares provenientes de residências, restaurantes e cantinas de sua cidade fossem transformados em energia e fertilizantes? Utopia? Nada disso. Na cidade de Linköping, na Suécia, as sobras de comida que iriam para o lixo viram biogás, além de contribuírem com a agricultura local.

Implantado em 2001 pela prefeitura de Linköping, o projeto já resultou em menor volume de resíduos (que antes eram incinerados), em maior uso de combustível limpo para o transporte público da cidade e em mais disponibilidade de biofertilizante para a agricultura. A população do município é estimada em 97 mil pessoas.

Até o momento, a quantidade de resíduos incinerados diminuiu em 3.422 toneladas/ano; a produção de biogás aumentou em 1,3 milhão de m3/ano, equivalente a 12,65 GWh de combustível renovável por ano; a quantidade de biofertilizante para a agricultura aumentou em 3.422 toneladas/ano; a quantidade de fósforo para a agricultura aumentou 689 kg/ano - nutriente finito, o fósforo entra novamente no ciclo do ecossistema.

Fonte: Eco Desenvolvimento

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