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quinta-feira, julho 14, 2011

CAOJA leva o nome de Jaú para todo Brasil

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A CAOJA (Clube dos Amigos Orquidófilos de Jaú) participou, nos dias 8, 9 e 10 de julho, da Exposição Nacional de Orquídeas de Penápolis-SP, com grande sucesso. Entre 29 cidades, Jaú conquistou o 2º lugar, devido a beleza das plantas expostas pelos membros da associação jauense. Desde o ano de sua fundação, a CAOJA participou e obteve premiações em várias exposições realizadas pela CAOB no estado de São Paulo, levando o nome de JAÚ para todo o país. Este ano, a CAOJA se encontra no 4º lugar do ranking nacional da CAOB (Coordenadoria das Associações Orquidófilas do Brasil), entre 208 associações de todo Brasil. Ano passado, a CAOJA fechou o ano de 2010 com o 2º lugar no ranking nacional.

segunda-feira, maio 16, 2011

Dia Nacional da Floresta Atlântica - 27 de maio

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No dia 27 de maio comemora-se o Dia Nacional da Floresta Atlântica. A Floresta Atlântica é classificada cientificamente como Floresta Ombrófila Densa, popularmente conhecida na mídia como Floresta Atlântica. São aproximadamente 456 manchas verdes, irregularmente distribuídas pela costa atlântica brasileira, entre o Rio Grande do Sul (município de Torres) e o Rio Grande do Norte, que compõem a Floresta Atlântica da atualidade. Embora represente apenas 7% da floresta original que outrora cobria cerca de 100 milhões de hectares praticamente contínuos, ainda é um vasto território, equivalente ao da França e Espanha juntas. A Floresta Atlântica, com cerca de 1,5 milhão de km², estende-se praticamente por todo o litoral brasileiro. Ocorre nas encostas do Planalto Atlântico e nas baixadas litorâneas contíguas.

A Floresta Atlântica é a mais rica entre as florestas tropicais úmidas do planeta, considerada o santuário ecológico mais pródigo da Terra e corresponde a um dos ecossistemas mais ameaçados no mundo. Apresenta, de fato, números impressionantes: reúne 15% de todas as formas de vida animal e vegetal do mundo; o número de espécies de aves - mais de 650 identificadas até hoje, maior que o catalogado em toda a Europa. Em sua extensão remanescente, encontram-se cerca de 5 mil espécies vegetais, muitas ameaçadas em sua sobrevivência - palmito, canela-preta, pau-brasil, virola e braúna, por exemplo. Concentra também um dos maiores números de epífitas já catalogadas pela ciência, dentre estas, espécies que ainda não foram descritas, destacando-se raríssimas orquídeas, bromélias, pteridófitas, piperáceas, cactáceas, entre outras. É uma das regiões com maior indíce de endemismos do mundo.

Isto sem falar nas 171 das 202 espécies de animais brasileiros ameaçados de extinção - como é o caso do mico-leão-da-cara-preta, o sagüi-da- serra, o papagaio-chauá, o macuco e a jacutinga, entre outros. O Brasil está entre os sete países detentores de megabiodiversidade, uma riqueza excepcional que se concentra principalmente nas Floresta Atlântica e Amazônica. A primeira, no entanto, leva vantagens em vários aspectos. Reúne, por exemplo, 75% das espécies vegetais brasileiras, contra apenas 5% próprios da Floresta Amazônica.

Na Floresta Atlântica convivem vários ecossistemas diferentes mas integrados entre si, como a vegetação litorânea de mangues e restingas, as florestas com araucárias do Paraná, os campos sulinos ou as florestas úmidas (pluviais) ainda vistas em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. Vestígios da Floresta Atlântica original, que ocupava uma área de 1,3 milhão de quilômetros quadrados, do Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul, podem ser encontrados em 17 Estados brasileiros, do litoral ao interior. Plantações de cana-de-açúcar no Nordeste, a exploração madeireira e os grandes centros urbanos do litoral, que se alicerçaram na floresta primitiva, acabaram destruindo 93% de sua área. A Floresta Atlântica é uma formação vegetal higrófila (de ambiente úmido), perene (sempre verde), densa (com muitas árvores por metro quadrado) e heterogênea (com muitas espécies vegetais distintas).

Em fevereiro de 1993, um novo decreto regulamentou a exploração da Floresta Atlântica. O decreto aumentou a área de dimensão da Floresta Atlântica a ser preservada, antes restrita à faixa litorânea. Ao contrário da legislação anterior, que praticamente proibia qualquer forma de utilização econômica da região, considerando a área intocável, o texto atual permite que as comunidades locais mantenham a exploração tradicional de algumas culturas por uma economia de subsistência. Além disso, prevê que os estados, municípios e Organizações Não-Governamentais (ONGs) também participem da fiscalização do ecossistema.

Deve-se ainda ser destacado que praticamente todas as formações vegetais da Floresta Atlântica foram afetadas pelo homem, inclusive em sua composição florística, e grande parte das matas remanescentes são formações secundárias. A existência de diversas espécies tipicamente Amazônicas na Floresta Atlântica, bem como algumas espécies idênticas da fauna, indicam claramente uma ligação entre as duas formações. Também a existência de exemplares isolados de araucárias (Araucaria angustifolia) no interior das florestas ombrófilas densas, explicam-se pela ocorrência de oscilações climáticas que ocorreram no passado, fazendo com que as diferentes regiões fossem ocupadas ora por um tipo de floresta ora por outro.

As Unidades de Conservação tem o objetivo de proteger os recursos naturais, genéticos e culturais. Na área de abrangência da Floresta Atlântica existem várias Unidades de Conservação protegendo o ecossistemas e a diversidade biológica, como o Parque Nacional do Superagüi, Área de Proteção Ambiental de Guaraqueçaba, Estação Ecológica do Guaraguaçu, Parque Estadual do Pico Marumbi, entre outras mais. A Floresta Atlântica possui 690.693,71 haz de áreas protegidas por Parques Nacionais, correspondendo 0,62 % deste bioma. Ultimamente a Floresta Atlântica tem sido degradada através de inúmeras ameaças, dentre as quais podemos citar:

• a explosão demográfica na sua região;
• a exploração predatória da madeira;
• a extração ilegal do palmito (Euterpe edulis);
• a especulação imobiliária;
• a falta de políticas públicas ambientais concretas;
• a falta de fiscalização nas unidades de conservação, principalmente;
• a falta de conscientização ambiental da população.

O ambiente é superúmido, devido às grandes quantidades de árvores, que tornam a floresta mais fechada. O clima é tropical, com influência oceânica, com precipitação anual que varia de 1.000 a 1.750 mm. Não bastasse o fato de ser uma floresta tropical, com vários ecossistemas associados, a Floresta Atlântica teve sua diversidade biológica ainda mais ampliada pela intensidade das transformações que sofreu ao longo dos últimos anos.

Especialmente durante o período quaternário, marcado por fortes mudanças climáticas, a Floresta Atlântica viveu momentos de forte retração durante as glaciações, resistindo, fragmentada, apenas em alguns locais conhecidos como "refúgios do pleistoceno", quando as condições climáticas eram mais amenas.

O relevo é constituído por colinas e planícies costeiras, acompanhadas por uma cadeia de montanhas. Os solos são de fertilidade média, porém, a área com relevo acidentado constitui limitação forte para uso intensivo das terras com cultivos anuais. Mas no interior da floresta o solo é pobre, que se mantémpela decomposição acelerada de matéria orgânica proveniente dos restos vegetais que caem no chão.

Segundo os botânicos, a Floresta Atlântica é a mais diversificada do planeta, com mais de 25 mil espécies de plantas. O elevado índice de chuvas ao longo do ano permite a existência de uma vegetação rica, densa, com árvores que chegam a 30 metros de altura.

Destacam-se o pau-brasil, o jequitibá, as quaresmeiras, o jacarandá, o jambo e o jabolão, o xaxim, o palmito, a paineira, a figueira, a caviúna, o angico, a maçaranduba, o ipê-rosa, o jatobá, a imbaúba, o murici, a canela-amarela, o pinheiro-do-paraná, e outras. Em um curto espaço, pode-se encontrar mais de 50 espécies vegetais diferentes.

O sub-bosque, composto por árvores menores, abriga numerosas epífitas, gravatás, bromélias, orquídeas, musgos e líquens, samambaias, begônias e lírios de várias espécies. Na Floresta Atlântica, o índice de endemismo entre as palmeiras, bromélias e algumas epífitas chega a mais de 70%.

A Floresta Atlântica possui uma grande biodiversidade de animais, além de muitos que já estão ameaçados de extinção, como: a onça-pintada, a jaguatirica, o mono-carvoeiro, o macaco-prego, o guariba, o mico-leão-dourado, vários sagüis, a preguiça-de-coleira, o caxinguelê, o tamanduá. São cerca de 250 espécies de mamíferos (55 endêmicas), 340 de anfíbios (87 endêmicas), além de, aproximadamente, 350 espécies de peixes (133 endêmicas). Em conjunto os mamíferos , aves, répteis e anfíbios que ocorrem na Floresta Atlântica somam 1.810 espécies, sendo 389 endêmicas. Este bioma abriga, aproximadamente, 7% de todas as espécies do planeta.

Entre as aves destacam-se o jacu, o macuco, a jacutinga, o tiê-sangue, a araponga, o sanhaço, numerosos beija-flores, tucanos, saíras e gaturamos. Entre os principais répteis desse ecossistema estão o teiú, um lagarto de mais de 1,5 metros de comprimento, jibóias, jararacas e corais verdadeiras. Numerosas espécies da flora e da fauna são únicas e características: a maioria das aves, répteis, anfíbios e borboletas são endêmicas, ou seja, são encontradas apenas nesse ecossistema.

Entre os mamíferos, 39% também são endêmicos, o mesmo ocorrendo com a maioria das borboletas, dos répteis, dos anfíbios e das aves nativas. Nela sobrevivem mais de 20 espécies de primatas, a maior parte delas endêmicas. Hoje, 171 das 202 espécies de animais brasileiros considerados ameaçados de extinção são originários da Floresta Atlântica.

Infelizmente, nesse cenário de grande riqueza e endemismo de espécies observa-se também um elevado número de espécies em extinção. Em alguns grupos, como o das aves, 10% das espécies encontradas no bioma se enquadram em alguma categoria de ameaça. No caso dos mamíferos, o número de espécies ameaçadas de extinção atinge aproximadamente 14%.

As principais áreas preservadas se encontram em parques nacionais, como o de Superagüi (PR), de Itatiaia (MG, RJ), da Serra da Bocaina (SP, RJ), do Monte Pascoal e da Chapada Diamantina (ambos na BA) e do Iguaçu (PR); em parques estaduais como os da Ilha do Cardoso, da Ilha de São Sebastião, da Ilha Anchieta e da Serra do Mar, do Vale do Ribeira, da Serra do Japi (todos em SP), do Desengano (RJ) e nas estações ecológicas de Tapacurá (PE), Caratinga (MG), Poço das Antas (RJ) e Juréia (SP).

sábado, maio 14, 2011

Dia Internacional da Biodiversidade - 22 de maio

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22 de Maio é o dia internacional da biodiversidade. A biodiversidade é o termo utilizado para definir a variabilidade de organismos vivos, flora, fauna, fungos macroscópicos e microorganismos, abrangendo a diversidade de genes e de populações de uma espécie, a diversidade de espécies, a diversidade de interações entre espécies e a diversidade de ecossistemas.

Mais claramente falando, diversidade biológica, ou biodiversidade, refere-se à variedade de vida no planeta terra, incluindo a variedade genética dentro das populações e espécies, a variedade de espécies da flora, da fauna e de microrganismos, a variedade de funções ecológicas desempenhadas pelos organismos nos ecossistemas; e a variedade de comunidades, hábitats e ecossistemas formados pelos organismos.

Atualmente, estima-se em 1,7 milhões o número de espécies identificadas. O número exato de espécies existentes sobre a Terra é ainda desconhecido e a sua estimação varia entre 5 e 100 milhões. A extinção das espécies vivas presentes sobre o nosso planeta é um fenômeno natural que se inscreve no quadro do processo da evolução. Contudo, devido às atividades humanas, as espécies e os ecossistemas são hoje objeto de ameaças mais graves do que em qualquer outra época histórica. As perdas tocam particularmente as florestas tropicais onde vivem 50 a 60% das espécies identificadas, assim como os rios e os lagos, os desertos e as florestas temperadas, as montanhas e as ilhas. De acordo com as estimações mais recentes, tendo em conta as taxas atuais de desmatamentos, assistiremos ao desaparecimento de dois a oito porcento das espécies vivas do nosso planeta nos próximos 25 anos.

A Biodiversidade é uma das propriedades fundamentais da natureza, responsável pelo equilíbrio e estabilidade dos ecossistemas. As funções ecológicas desempenhadas pela biodiversidade são ainda pouco compreendidas, muito embora considere-se que ela seja responsável pelos processos naturais e produtos fornecidos pelos ecossistemas e espécies que sustentam outras formas de vida e modificam a biosfera, tornando-a apropriada e segura para a vida.

A diversidade biológica possui, além de seu valor intrínseco, valor ecológico, genético, social, econômico, científico, educacional, cultural, recreativo e estético. Com tamanha importância, é preciso evitar a perda da biodiversidade e cada vez mais preservá-la.

Ameaça à Biodiversidade Brasileira

O Brasil é considerado o país de maior diversidade biológica do planeta. Segundo o Ibama, órgão responsável pelas listas oficiais de espécies da fauna e da flora brasileiras ameaçadas de extinção, 219 espécies animais (109 aves, 67 mamíferos, 29 insetos, nove répteis, um anfíbio, um artrópode, um coral, um peixe e um crustáceo) e 106 espécies vegetais correm o risco de desaparecer. Entre elas, algumas estão praticamente extintas, como a ararinha-azul.

Os fatores que ameaçam a biodiversidade são a caça predatória e ilegal, a derrubada de florestas, as queimadas, a destruição dos ecossistemas para loteamento e a poluição de rios. Outro problema grave que ameaça a fauna e a flora brasileira é a chamada biopirataria, a saída ilegal de material genético ou subprodutos de plantas e animais para pesquisas sobre novos medicamentos e cosméticos no exterior sem o pagamento de patentes.

Baseada em um projeto de lei, a medida prevê que estados, municípios, proprietários privados e comunidades indígenas tenham direito a parte do lucro resultante de produtos obtidos de vegetais e animais descobertos em suas áreas, além de um maior controle das coletas.

A regulamentação no País da Convenção da Biodiversidade, assinada durante a ECO-92, no Rio de Janeiro, por cerca de 150 países, depende da aprovação desse projeto de lei. O Acre e o Amapá são os únicos estados brasileiros que possuem leis específicas sobre a biopirataria. No Acre, para ter acesso aos recursos naturais da floresta Amazônica, as empresas estrangeiras precisam se associar a uma empresa ou entidade brasileira de pesquisa. O Brasil, em decorrência de suas características geográficas, diversidade de recursos naturais e níveis distintos de industrialização, convive com problemas ambientais bem diversos.

Além da poluição, causada por dejetos domésticos, industriais e por agrotóxicos, e do problema do lixo, há a degradação de riquezas naturais. Nas grandes cidades as condições ambientais são nocivas, o desmatamento, a desertificação e a extinção de espécies biológicas (fauna e flora) ameaçam a biodiversidade e põem em risco a sustentabilidade dos ecossistemas e, por conseqüência, da própria qualidade de vida.

Depois da Amazônia, a Floresta Atlântica é uma das áreas mais atingidas pelo desmatamento no País. Além destas, outras áreas de vegetação encontram-se ameaçadas por ocupação ou exploração inadequadas. Considerado um dos maiores patrimônios naturais do planeta, o Pantanal vem sofrendo progressiva degradação por causa da intensa expansão das atividades agropecuárias. Essa área é a maior planície inundável do mundo - 150.000 km² - com uma zona de cerrado, onde, nos pontos mais úmidos, crescem espécies árboreas de floresta tropical.

Fonte: Ambiente Brasil

segunda-feira, abril 18, 2011

Arezzo e a polêmica do uso de peles

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A nova linha da Arezzo causou alvoroço nesta segunda-feira (18). A empresa colocou no ar algumas peças publicitárias, em seu site, que antecipavam as próximas tendências da marca. Entre os modelos exibidos, havia uma página batizada de "Pelemania". O texto dizia apenas: “Pelemania. Hit glamuroso da temporada. Não pode faltar no guarda-roupa da fashionista.” Nas imagens, bolsas feitas, aparentemente, com pele de animais.

A campanha provocou uma reação explosiva entre os internautas. No Twitter, o tema foi para um dos tópicos mais populares do dia. A maioria dos internautas fez críticas fortes à empresa. Segundo a boataria, a Arezzo estava usando peles de coelhos e raposas. Alguns propunham boicotes à marca. “Com a Arezzo fazendo roupa com pele de coelho, quem vai fabricar meus ovos de Páscoa? Triste pela minha Páscoa manchada de sangue da moda.”, diz Rafa Silvestre pelo Twitter.

A Arezzo tirou rapidamente a peça do site e os produtos das lojas. Procurada pela ÉPOCA, a empresa diz que as peças não são agressivas. Segundo a Arezzo, 95% das peças com aparência de pelos são sintéticas, feitas com derivados de plástico, como a pelúcia dos bichinhos de criança. Apenas algumas poucas peças, as bolsas, seriam feitas com peles de raposa. Essas peles viriam de criadores certificados pelos órgãos ambientais do país. Não haveria nenhuma pele de coelho. E nenhum animal seria proveniente de caça em ambiente selvagem. Todos seriam criados para o abate, exatamente como os bois e ovelhas que dão o couro para os produtos comuns da moda. “Respeitamos a opinião das pessoas”, diz Caroline Muzzi, assessora de comunicação da Arezzo. “Mas não queremos entrar em uma campanha que não é nossa.” Segundo ela, mais de 80% dos produtos da empresa são feitas com couro bovino ou ovino.

Arezzo, nos conforta muito saber que a criação em cativeiro da raposa européia no Brasil não tem influência no status de conservação da espécie(...)
Não é bem isso o que importa nesse caso.
O sofrimento, a tortura desses animais indefesos e sem voz é o que está em jogo.


Fonte (decepcionante): Blog do Planeta

quinta-feira, abril 14, 2011

Projeto Paisagístico no Nosso Lar

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Mais uma etapa de trabalho foi concluída no projeto paisagístico do Abrigo Nosso Lar. A equipe da SEMEIA plantou diversas espécies de plantas ornamentais para embelezar o prédio da instituição. O Projeto está sendo desenvolvido pela SEMEIA com a coordenação do geógrafo e paisagista Fabiano Antonelli.












segunda-feira, abril 11, 2011

WWF: Você se importaria mais se fossem pandas?

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O atum está desaparecendo do mundo, mas ninguém parece se importar realmente com essa triste realidade. A WWF fez uma bela campanha de conscientização sem perder o bom humor.
Imagens dos peixes com máscaras de mamíferos “populares”, como pandas, gorilas e rinocerontes, foram divulgadas no começo do mês para lembrar do risco que os atuns passam.



quarta-feira, março 02, 2011

Começa a valer acordo entre MPF e fazendeiros por desmatamento zero

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O Ministério Público Federal do Pará informou que começou a valer nesta terça-feira (1º) acordo por meio do qual alguns dos maiores frigoríficos do Brasil, como o Minerva e o Bertin, farão negócios apenas com proprietários rurais com pedido de licenciamento ambiental e com terrenos em municípios signatários da medida. O objetivo é acabar com o desmatamento ilegal.

Um total de 58 municípios, de 144 no estado do Pará, assinaram o termo de compromisso com o MPF até esta segunda-feira (28), data limite para a adesão ao acordo. Municípios que assinaram o termo garantiram maior prazo a produtores rurais para pedirem licenciamento.

Com o novo termo, propriedades com mais de 3 mil hectares terão até 30 de agosto para pedir licenciamento. Terrenos com área entre 500 e 3 mil hectares terão até 31 de dezembro. Propriedades menores poderão pedir licenciamento até meados de 2012, segundo o MPF.

O termo também foi assinado por 80 empresários, que se comprometem a não fazer negócios com fazendas fora dos municípios comprometidos com desmatamento ilegal na Amazônia. A restrição amplia-se a fazendeiros que estimulem trabalho escravo, que tenham invadido terras públicas ou praticado outros crimes ambientais.

Apenas cerca de 900 propriedades rurais tinham cadastro ambiental no início de 2009, quando o MPF do Pará começou a propor novos acordos. Em janeiro de 2011, 48,3 mil áreas já estavam registradas. (Fonte: Ambiente Brasil, G1)

terça-feira, março 01, 2011

1º de Março – Dia do Ecoturismo

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O Ecoturismo, que é um dos ramos do turismo, está intimamente ligado com a natureza, sendo uma das atividades que mais cresce no Brasil e no Mundo.
A prática do ecoturismo é muito bem vista por propiciar um contato direto com os elementos da natureza de forma atrativa e agradável. Desta forma, muitas atividades estão inseridas nesse ramo: trilhas interpretativas, boia cross, rafting, mergulho, escalada, caminhadas, trilhas em cavernas entre outras, com esportes radicais ou passeios ecológicos.

Atualmente já se sabe que essas atividades são de grande importância para o desenvolvimento econômico e preservação de culturas de comunidades locais, gerando maior renda e empregos para os habitantes.

Para o desenvolvimento do ecoturismo, a educação ambiental é uma parceria incondicional, pois além do que se ensina relacionado ao ambiente em que está visitando, também incentiva práticas ecologicamente corretas em relação ao lixo, água, energia, fauna e flora, visando assim o desenvolvimento sustentável, que tem início no ambiente local e vai agrupando mais até chegar ao global.

O Brasil é privilegiado para este tipo de atividades, pois é um país tropical, tendo belíssimas praias, paisagens serranas, biodiversidade diversificada e um clima maravilhoso.

quarta-feira, fevereiro 02, 2011

Dia Mundial das Zonas Úmidas

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Sob a bênção da rainha do mar, Iemanjá, comemorado hoje, 2 de fevereiro é também o Dia Mundial das Zonas Úmidas. Esse conceito, que compreende, além da preservação de diversos ambientes úmidos naturais, áreas artificiais, como represas, lagos e açudes, foi adotado pela Convenção de Ramsar, em 1971. Ou seja, completa 40 anos.

E aqui no Brasil – que só o assinou a convenção em 1993, ratificando-a três anos depois –, atualmente são onze Sítios Ramsar. Destaque para a Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, no Amazonas, que foi premiada em 1º lugar pela Gestão Sustentável de Sítios Ramsar nas Américas neste ano. O prêmio será entregue hoje, em Huatulco, México, onde representantes dos países das Américas estão reunidos.

As Zonas Úmidas podem ser definidas como áreas de pântano, charco, turfa ou água, natural ou artificial, permanente ou temporária, com água estagnada ou corrente, doce, salobra ou salgada, incluindo área de água marítima com menos de seis metros de profundidade na maré baixa. O nome Convenção de Ramsar deriva da cidade iraniana de Ramsar, onde foi realizada a primeira reunião com esse propósito de preservação. Hoje são 160 nações signatárias e 1912 zonas úmidas de importância mundial (com área equivalente a 186.963.216 hectares).

A finalidade do Dia Mundial das Zonas Úmidas é estimular a realização, por governos, organizações da sociedade civil e grupos de cidadãos, de ações e atividades que chamem a atenção da sociedade para a importância das áreas úmidas, para a necessidade de sua proteção e para os benefícios que a consecução dos objetivos da Convenção pode proporcionar.

Leia mais: EP TV

terça-feira, janeiro 04, 2011

80 fatos que marcaram a Amazônia em 2010

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Em 2010, a Amazônia teve seu menor índice de desmatamento detectado desde 1988 e bateu o recorde de devastação mínima pelo segundo ano seguido. Ainda assim, dados do Prodes, sistema pelo qual o Inpe avalia a derrubada anual da floresta, mostram que 6.451 km² de mata foram derrubados entre agosto de 2009 e julho de 2010, uma área maior que o Distrito Federal.

Mudanças na legislação ambiental também foram destaque, como a aprovação do texto-base do novo Código Florestal, em julho, e que ainda gera polêmica entre deputados ruralistas e ambientalistas. No mesmo mês, a Aneel aprovou a formação do consórcio para a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, despertando protestos no Brasil e no exterior.

A seca foi acentuada em 2010 na Amazônia. Entre outubro e novembro, os rios Negro, Solimões e Amazonas tiveram vazante recorde com os menores índices de nível de água na história. Só no estado do Amazonas, a seca deixou 40 mil famílias em emergência e colocou 25 municípios em alerta.


quarta-feira, dezembro 22, 2010

O novo Código Florestal

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O debate sobre o novo Código Florestal tem colocado em lados opostos ruralistas e ambientalistas, como se o desenvolvimento humano fosse incompatível com a preservação da natureza. Sem agricultura as pessoas morrem de fome. Sem cuidados ambientais, quem fica no prejuízo são os produtores rurais com a perda de fertilidade do solo, aumento de pragas, erosão, assoreamento de mananciais. Por trás do debate sobre o Código Florestal está muito mais que uma mera tentativa de proteger florestas. Trata-se de definir nossos limites, até onde estamos dispostos a ir para obter lucros e qualidade de vida, até onde vão nossos direitos e onde começam os direitos da Natureza.

O principal argumento para a mudança no código é o favorecimento aos pequenos produtores, que teriam mais áreas para cultivo, criando a imagem de que o pequeno agricultor está ou estaria sendo privado de produzir se atendesse a necessidade de proteção dos rios presentes em sua propriedade. No entanto, se fosse o pequeno produtor o foco verdadeiro dessa preocupação, a lei indicaria que apenas nessas pequenas propriedades a redução da APPs aconteceria. Mas, no novo projeto de lei, a redução da das APPs valerá para todas as propriedades. Sem acordo e marcado por disputas entre ambientalistas e ruralistas, o texto do novo Código Florestal Brasileiro deverá ser votado na Câmara dos Deputados apenas em 2011. Até lá, valem as regras do Código aprovado em 1965.

Algumas das principais mudanças propostas pelo novo código:

- Redução de até 50% das APPs;
- Permite que as APPs e Reservas Legais possam ter suas áreas sobrepostas;
- Libera o reflorestamento de reservas legais com espécies exóticas;
- Elimina a proteção das restingas;
- Elimina a proteção das florestas dos topos de morros, montanhas e serras;
- Suprime a proteção de parte das várzeas;
- Retira a proteção de lagos e açudes com área inferior a um hectare;
- Prorroga mais 30 anos para que o proprietário estabeleça a sua Reserva Legal;
- Cria a obrigatoriedade de que a sociedade, através do governo, remunere os agricultores pela manutenção de cada hectare dessas florestas;
- Foi eliminado o artigo que definia como crime ambiental destruir ou danificar as florestas consideradas de preservação permanente, cortar árvores em florestas de preservação permanente, causar danos aos Parques Nacionais, Estaduais ou Municipais, bem como as Reservas Biológicas;

Leia mais: Folha Uol


segunda-feira, dezembro 20, 2010

2011: Ano Internacional das Florestas

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As florestas cobrem 31% de toda a área terrestre do planeta e têm responsabilidade direta na garantia da sobrevivência de 1,6 bilhões de pessoas e de 80% da biodiversidade terrestre. Pela importância que têm para o planeta, elas merecem ser mais preservadas e valorizadas e, por isso, a ONU declarou que 2011 será o Ano Internacional das Florestas.

A Assembléia Geral da ONU – Organização das Nações Unidas, adotou a Resolução A / RES / 61/ 93 em 20 de dezembro, declarando o ano de 2011 como o Ano Internacional das Florestas. Atividades em apoio ao ano internacional terão como foco, a promoção do manejo sustentável, a conservação e desenvolvimento das florestas em todo o mundo e a conscientização do papel decisivo que as florestas desempenham no desenvolvimento global sustentável. O Ano Internacional das Florestas auxiliará a mobilização da comunidade mundial a se juntar e trabalhar com governo, organizações internacionais e grupos para assegurar que as florestas sejam manejadas de modo sustentável para as gerações atual e futuras. A Secretaria do UNFF - Fórum de Florestas das Nações Unidas, será o ponto focal para a implementação do Ano Internacional das Florestas.

Leia mais em: Planeta Sustentável

terça-feira, novembro 30, 2010

Soltura de peixes no Rio Jaú

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Em comemoração ao Dia do Rio (24 de novembro) e acatando determinação do Ministério Público, que prevê para todas as cidades que possuem 100% do esgoto urbano tratado, que se faça soltura de alevinos nos rios do município, a SEMEIA soltou 50 mil peixes no Rio Jaú. Outros 50 mil já haviam sido soltos em junho, em comemoração ao Dia do Meio Ambiente, totalizando os 100 mil que foram pedidos pelo ministério público. A soltura aconteceu no início da manhã e teve a participação do prefeito Dr. Osvaldo Franceschi Júnior, da primeira dama Dra. Caroline de Toledo Franceschi, muitos secretários e autoridades locais e também contou com a participação de muitos alunos da rede municipal de Ensino, das Emefs Helena de Castro Pirágine e Carlota Meira Marsíglio, que gostaram muito de ajudar a carregar os peixes para a soltura.







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